Mostrando postagens com marcador séries. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador séries. Mostrar todas as postagens

domingo, 19 de outubro de 2014

Estreias de séries que valem a pena assistir!

Hey, hey! Vocês estão acompanhando as séries que estão estreando? Sim? Awesome! Não? Oh God. Bom, eu irei mostrar seis séries que eu assisti, ao pilot pelo menos, e que achei interessante de alguma forma. So, Enjoy!

1.  How to Get Away With Murder

Resultado de imagem para how to get awayImagino que se alguém for tentar traduzir o nome da série para o português irá soar estranho: “como fugir com o assassinato”.  No entanto, “to get away with murder” é uma locução (expressão) que não soa bem quando traduzida ao pé da letra. Então, o nome da série pode ser entendido de duas formas: “como escapar impune” ou “como livrar-se da culpa”. Fica ao critério de vocês!

Sinopse:

“How to Get Away With Murder” é um thriller de suspense que segue a vida pessoal e profissional de Annalise Keating, professora de direito penal da Universidade de Middleton. Annalise seleciona os melhores alunos de sua classe para trabalhar na sua empresa. Ambiciosos, os estudantes de Direito e sua brilhante e misteriosa professora se envolvem em uma trama de um assassinato que vai agitar toda a universidade e mudar o curso de suas vidas.

A série começou a ser exibida pela ABC desde 25 de Setembro. Eu, particularmente, achei a série muito boa. Chamo-a de diferente porque não trata a universidade americana de uma forma fantasiosa como em filmes do gênero American Pie. Recomendadíssima! Ah! Sem contar que é uma ótima forma de distração aos acadêmicos de Direito.

2. Gotham (Essa é o tipo de série aos amantes do Batman).

O episódio piloto tem quase uma hora de duração e mostra o icônico assassinato dos pais de Bruce Wayne durante um assalto. O garoto testemunhou toda a ação e, com o trauma, utiliza recursos para aquilo que viria a ser chamado de "Batman".

O que me incentivou a assistir a série? Bom, para quem assistiu “The O.C.” e conhece a interpretação do ator Ben McKenzie ficaria curioso ao ver o nome dele escalado para o cast. E ao assistir o pilot confirmei o que eu já sabia! Ben consegue representar muitíssimo bem o caráter de Gordon: um ser humano incorruptível, à prova de balas e comprometido em acabar com a escória de Gotham sem corromper sua honestidade.

O foco da série é bem esse mesmo: mostrar os desdobramentos do detetive James Gordon, bem mais novo do que costumamos ver. O comissário é um dos principais parceiros de Batman no combate à corrupção e à criminalidade. Aqui, Batman ainda nem existe, e esse é o ponto quente da série: mostrar os acontecimentos que rolaram antes do Cavaleiro das Trevas surgir.

O diferencial é a estética idêntica ao de um longa-metragem dado à série que remete ao universo sombrio e inescrupuloso do universo de Batman, justificando, assim, o altíssimo orçamento e custo de produção.

3. Selfie

Gostei desta série porque ela mostra o quanto as pessoas podem sem preconceituosas e individualistas sem ao menos perceber o que estão fazendo com um tipo de humor que talvez não agrade muita gente, ao menos que você tenha sido fã de Ugly Betty.

O que chamou minha atenção para essa série foi o fato de Karen Gillan ser a protagonista. Para quem não está lembrado: ela interpretou Amy Pond – companheira do 11º “Doctor”, interpretado por Matt Smith - durante três anos – mais ou menos - na renomada série britânica de ficção científica, Doctor Who.

Sinopse:

A série segue a vida de Eliza Dooley, uma mulher obcecada com seus perfis nas redes sociais e que vive mais preocupada com a ideia de alcançar a fama através do uso de plataformas de mídia social do que a forma na qual se relaciona no mundo real. Depois de um humilhante — e público — vídeo viral ela vai atrás de ajuda para recuperar sua imagem pública. Eliza, então, recorre a Henry Higgs, especialista em marketing da empresa na qual trabalham. Viciado em trabalho e um pouco irritado com a sua nova "empreitada", Henry vai acabar aprendendo muito com Eliza também.

4. Black-ish

Eu gostei dessa série porque é um sitcom do tipo “My Wife and Kids. E adivinhem? Ambas são da ABC. Então podem dar um pouco de credibilidade!

Sinopse:

Um homem negro de classe média alta se esforça para criar seus filhos com um senso de identidade cultural, - vivendo em um bairro predominantemente branco - apesar de constantes contradições e obstáculos vindos de sua esposa liberal, de seu pai de valores tradicionais e de suas próprias crianças, que enxergam o mundo de outra maneira.

5. Bad Judge

É interessante porque costuma-se ver o sistema penal americano com uma rigidez e seriedade que passam longe nessa série.

Sinopse:

Rebecca Wright (Kate Walsh) é uma das mais duronas e respeitadas juízas da corte criminal. A sua reputação é de adotar um comportamento polêmico durante julgamentos e dizer sempre o que vem à cabeça. Mas sua vida pessoal não é nada séria para uma juíza. Festeira, Rebecca toca bateria em uma banda, e apesar de ter muitos admiradores, não está pronta para um relacionamento.

6. A to Z

Essa série é bem daquelas que a trama maior se passa dentro de um prédio empresarial.

A(drew) to Z(elda) vai acompanhar a vida de Andrew, um funcionário de um site de namoro online que sonha em conhecer a garota de seus sonhos, e Zelda, uma advogada no-nonsense (eficiente) que foi criada por uma mãe hippie e carrega um lado rebelde. Por uma oportunidade acidental do destino, Zelda conhece Andrew quando vai resolver uma incompatibilidade de namoro. Essas duas pessoas solteiras, de repente encontram-se apaixonadas uma pela outra. A partir daí, a série narra a linha do tempo do relacionamento dos dois "de A à Z".
Compartilha mig@! Espalha aí!:    Facebook Twitter Google+
Leia o resto do post, preguiços@

quarta-feira, 14 de maio de 2014

#Recomendo: algumas séries para assistir

Você gosta de assistir séries? Costuma ficar o final de semana assistindo uma temporada inteira? Vira a noite assistindo porque não consegue parar? Bom, provavelmente você ama assistir séries, e é um viciado! 

Eu gosto muito de assistir séries, e por isso procuro séries que abordam assuntos diversos. Há algumas séries que comecei a assistir este ano, e hoje estou aqui para deixar minha recomendação para vocês! Então vamos lá!

1. Continuum

A série conta a história de Kiera Cameron, uma policial do ano de 2077 que viaja 65 anos ao passado. Sua missão é caçar criminosos fugitivos que voltaram no tempo para tentarem mudar a história. No futuro, o mundo é dominado pelas grandes corporações, as quais criaram um sistema opressivo. Determinados a evitar que isso ocorra, os fugitivos planejam matar os ancestrais de seus inimigos. No passado (o nosso presente) Kiera conhece o policial Carlos Fonnegra, com quem passa a trabalhar. Através de um chip implantado em seu cérebro, Kiera também é capaz de se conectar com Alec Sadler, um rapaz de dezessete anos, gênio da informática.

Compartilha mig@! Espalha aí!:    Facebook Twitter Google+
Leia o resto do post, preguiços@

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Luz, câmera, indústria! Amor de cinema

Por que algumas pessoas gostariam de viver um amor de cinema? Você acha que é uma dessas pessoas?


Você já assistiu a algum filme de romance Hollywoodiano? Provavelmente sim! Então você deve estar cansado de saber que esses filmes sempre vêm com aqueles casais românticos que vivem um amor mega intenso e mágico, tipo Disney. Nos filmes os casais têm direito a um inverno incrível que já vem incluso no pacote o chocolate quente, e a um verão mais incrível ainda com aquele corpo malhado com um bronzeado de fazer inveja. Enfim! Não importa onde o casal esteja e qual situação esteja passando, os pombinhos conseguirão arrumar um jeito de se amarem intensamente, e de viver aquela paixão como se o mundo fosse acabar amanhã.

Exagerei? Bom, o cinema é ficcional não é? Para despertar o interesse do público e inclusive influenciá-lo, os produtores de cinema precisam chamar a atenção com belas imagens, além de mostrar aquilo que a maioria gostaria de ver, mesmo que para isso precisem exagerar um muitíssimo ali e aqui. Abusar da imaginação é mais do que permitido e às vezes até é obrigatório, afinal o cinema é o lugar onde a fantasia se torna realidade. 
Compartilha mig@! Espalha aí!:    Facebook Twitter Google+
Leia o resto do post, preguiços@