
Supreme Court rules in favor of same-sex marriage nationwide

By Alysson Rocha
6/27/2015 02:17:00 AM
Ninguém comentou aqui ainda :(

By Alysson Rocha
11/20/2014 11:52:00 AM
2 comentários
Bom
pessoal, o livro nos mostra uma história magnífica e prefiro deixar vocês
descobrirem como ela se desenrola. Desvende as lacunas que deixei abertas. Boa
leitura!
Stephen
Chbosky está de parabéns! Conseguiu escrever um livro que te faz pensar sobre
tudo: sua vida, o cotidiano e sobre quem você é. O perfil do protagonista é muito
interessante, pois ele é em sua essência uma pessoa pura. Charlie tem uma
personalidade peculiar que é resultante da mistura de altruísmo, inocência e
inteligência. Talvez, sua maior qualidade seja sempre se manter fiel a seus
valores e aos seus amigos. Que fique claro: Charlie não é santo - ele bebe,
fala palavrões e até chega a fumar -. Mas o interessante é que ele faz essas
coisas na inocência - só lendo para entender -.
A
historia é bastante complexa e os mistérios apresentados vão sendo desvendados
ao longo da história - o que é muito bacana -. Não é um livro que vem nutrindo
mistérios para que no fim seja mostrado tudo de uma vez. Neste, as coisas vão
simplesmente acontecendo e você embarca na história sem perceber. Em pouco
tempo você estará devorando as páginas para saber o que vai acontecer e para
descobrir como Charlie irá encarar os acontecimentos.
Dou
uma nota 10, sem dúvidas! Não vi defeito algum, além de ser um dos livros que
mais gostei de ler. Não costumo falar das adaptações de filme para livro, mas
tenho uma coisa a dizer do filme: a escolha do elenco foi simplesmente
perfeita - Emma Watson ♥ -. Os atores conseguem passar o que se espera da essência dos
personagens. Recomendo ambos: livro e filme. By Alysson Rocha
11/14/2014 03:32:00 AM
3 comentários
Segundamente: pratique a
educação com o próximo! Em Sampa é muito comum as pessoas pedirem desculpa
e licença. Imaginem um estado com mais
de 44 milhões de habitantes! É inevitável um esbarrão ali ou um
empurra-empurra aqui, por isso seja educado e evite conflitos. Aqui em Maceió,
se alguém esbarrar em você, provavelmente tu vai gritar: me leve! Terceiramente: não é necessário procurar um lugarzinho para entrar
dentro do veículo e ir com a cara imprensada na janela. Não force a barra!
Quem mora em Maceió, sabe que não
se pode andar de celular na rua em nenhum horário. Assim que cheguei em SP, eu
não quis andar com o celular visível, mas depois fui percebendo que a maioria
da galera anda com o celular na mão. Pessoas, que moram lá há mais de 15 anos,
disseram-me que é difícil um assalto de celular acontecer com a mesma frequência
que acontece em Alagoas. Eu relaxei e em poucas horas já estava andando com meu celular na
mão pelo centro de São Paulo.
Achando pouco, fui dar uma passadinha pelo Mooca Plaza Shopping
e comprei um livro na loja física da
Saraiva. Levaram-me para comer uma
pizza em uma padaria de esquina no Sacomã. Gente! Que pizza
deliciosa era aquela? Não estranhem! É pizza sendo vendida em padaria mesmo! Aqui em
Maceió, as padarias só vendem pão e, às vezes, mantimentos.By Alysson Rocha
11/05/2014 10:58:00 PM
Ninguém comentou aqui ainda :(
Outro fator bastante legal do livro
é que a “mocinha” já está apaixonada por
outro cara, e basicamente odeia o príncipe. Mas conforme a história se
passa, Maxon vai conseguindo conquistá-la aos poucos.
Quando America se dá conta, o elo que cria com o príncipe já é tão grande que ela passa a gostar dele o suficiente para
querer ficar.By Alysson Rocha
11/04/2014 02:24:00 AM
8 comentários
By Alysson Rocha
11/03/2014 04:08:00 AM
1 comentário
By Alysson Rocha
10/31/2014 04:54:00 PM
Ninguém comentou aqui ainda :(
Ela novamente recorre a seus
pais, e o conto vai se direcionando para o fim quando uma mulher com sotaque
espanhol incorpora sua tia e alega que Clara está possuída.
O sétimo conto é “O fruto da
figueira velha”. Denise é uma recém-casada que estava à procura de um imóvel, e
quando descobriu que uma casa enorme, com um grande terreno estava à venda por
um preço baixíssimo, não pensou duas vezes ao comprá-la com seu marido. O
motivo do baixo preço seria o fato de a casa ser mal assombrada, mas, segundo
Denise, não tinha nada que 10 baldes de tinta não resolvam.
O penúltimo conto chama-se
“Morte na estrada” e relata sobre uma família que sofreu uma experiência um
tanto estranha. Ela consiste no seguinte: Uma mulher aparece na estrada pedindo
socorro, alegando que sofreu um acidente e que seus três filhos estão dentro do
carro, ainda vivos. Quando a família chega ao local, de fato há três crianças
vivas, porém a mulher que pedira ajuda está ao volante, morta.
O último conto, por sua vez,
é “O elevador”. Nele mostra pai e filho indo se mudar para um prédio vagabundo
que cheirava muito mal. Como se isso não bastasse, havia um elevador que rangia
muito quando era utilizado. Quando ele foi dormir, começou a ouvir muito
barulho, vindo do elevador.
Cria-se muita expectativa por
este conto, já que é o título do livro, mas admito que o final deste ficou
bastante vago. Não sei se me faltou imaginação ou capacidade de dedução, mas
achei que poderia ter sido mais especificado certas coisas, para que o final
ficasse mais coerente. Gostei bastante do enredo e até fiquei com um pouco de
medo enquanto estava lendo, se o desfecho tivesse sido melhor, seria o melhor
conto do livro, sem dúvida.By Alysson Rocha
10/30/2014 11:18:00 PM
2 comentários
Olá leitores do Literama! Em
homenagem ao Halloween, o livro da
vez será um pouco assustador. Li ele há sete anos, mais ou menos, na época que
estudei em colégio militar –
Irei
dividir as resenhas em duas partes,
já que optei por falar do livro como um todo e sobre cada um dos contos. Espero
que gostem!
A
cada mês era enviada uma foto de Fabiojunio para a família acompanhada com uma boa quantia em dinheiro, Simara sempre achava a
expressão do irmão cada vez mais estranha e triste, mas sua mãe já mal olhava
para as fotos, sempre de olho na quantia em dinheiro que vinha junto.
O
segundo conto chama-se “Devolva minha
aliança”. Pedro e Antônio, dois amigos de infância, costumavam brincar no
cemitério ali perto, apenas durante o dia. Mas à medida que eles cresciam, a curiosidade de experimentar coisas novas se sobrepunha
ao medo e decidiram se aventurar por ali durante a noite.
Bom,
primeiramente falarei sobre o que achei do livro em si e depois sobre os contos
abordados até o momento. O livro mostra contos de
suspense, fantasia e terror, porém não é nada apelativo. A linguagem usada por Rosa é bem direta e envolvente, começa contando
suas histórias de forma inocente e sem
tanta expectativa e quando você se dá conta está louco para saber o que irá
acontecer!
Seus
contos têm início, meio e fim, são bem estruturados, e o leitor deve sempre ler
os finais atentamente, pois com ele você consegue deduzir bastante coisa –
tipo: “O que ele/ela era?”, “Por que
faziam isso?”, “Quem fez isto?”, coisas deste gênero -. Achei isto muito
bacana, pois, mesmo com pouco texto, você consegue
abranger a história de acordo com sua capacidade de dedução.
Outro
ponto positivo é que a narrativa te mostra coisas que você faria naquela mesma
situação, aposto que assistindo algo de terror você imagina: “Por que diabos ele iria fazer isso?”,
hehe.
Achei
que a personalidade de dona Marialva se mostrou bastante duvidosa, uma vez que a
quantia de dinheiro recebida a fazia prestar pouca atenção às fotos de seu
filho. Não gostei disto ter acontecido, pois o início do conto te faz
pensar que ela agia de boa fé – e realmente agia – então não achei necessário
fazê-la ficar tão interesseira! Mas fora isto o conto foi bastante legal e
criativo, e te deixa morrendo de pena de
Simara :/
Achei
este conto bastante interessante,
pois conta sobre algo que muita criança já teve vontade
de fazer –